CONCORRÊNCIA/ Recém-chegado na grade dominical, Faro fala da dificuldade da missão. “A gente vem fazendo um laboratório para ver o que funciona. Estamos criando e testando novos quadros. A gente vai conhecendo mais o público e o seu gosto a cada semana. O programa ficará improvisando durante meses ou, talvez, anos”, afirma o apresentador, que se mostra satisfeito com a audiência. “Ficamos surpresos em já estarmos na vice-liderança. Estou há seis domingos no ar, o Faustão está há 30 anos e a Eliana há 8. Conseguir o que consegui em seis domingos? Eu só preciso agradecer. Vamos continuar lutando com humildade para chegar à liderança”, diz.
Há quase oito anos, Eliana resolveu enfrentar a difícil e saborosa
guerra dos domingos. Em 2005, a loira aceitou a missão quando passou a
apresentar o “Tudo É Possível”, na Record. Quatro anos depois, Eliana
voltou ao SBT – onde está até hoje – e com sua saída o programa ficou
sob o comando de Ana Hickmann. Na nova casa, a loira driblou, aos
poucos, Gugu Liberato – substituído por Rodrigo Faro –, Faustão e a
própria substituta.
Não demorou muito para a cria de Silvio de Santos fincar os pés no
segundo lugar no Ibope. Mas, há seis semanas, a Record resolveu
balançar a grade e Eliana passou a ter de se virar com o fenômeno do
“Dança Gatinho”, quadro de sucesso de “O Melhor do Brasil”. A briga é
boa e os números mostram empate técnico entre os programas, com, no
máximo, dois pontos de diferença, disputados domingo a domingo.
Ariel Jacobowitz, diretor de “Eliana”, fala sobre a audiência do
programa, há mais de um ano consolidado na vice-liderança. “Não gosto de
falar em briga pela audiência. Tenho respeito pelo Faro e pelo programa
dele. A gente faz um produto pensando no conteúdo, na qualidade e sem
apelar. Claro que esse conteúdo, em um segundo momento, é pensado de
forma competitiva”, afirma Ariel, que elogia a apresentadora: “A Eliana
tem uma história e transita entre vários assuntos muito bem. Isso nos dá
muita força”.
Eliana, por sua vez, diz que se sente muito bem à frente da atração, a
qual leva seu nome. “Vivo cada quadro que apresento. É como se fosse a
minha casa. Acho que as pessoas percebem isso e a vontade é de sempre
fazer melhor para elas”, afirma a apresentadora.
CONCORRÊNCIA/ Recém-chegado na grade dominical, Faro fala da dificuldade da missão. “A gente vem fazendo um laboratório para ver o que funciona. Estamos criando e testando novos quadros. A gente vai conhecendo mais o público e o seu gosto a cada semana. O programa ficará improvisando durante meses ou, talvez, anos”, afirma o apresentador, que se mostra satisfeito com a audiência. “Ficamos surpresos em já estarmos na vice-liderança. Estou há seis domingos no ar, o Faustão está há 30 anos e a Eliana há 8. Conseguir o que consegui em seis domingos? Eu só preciso agradecer. Vamos continuar lutando com humildade para chegar à liderança”, diz.
Procurada pelo DIÁRIO, Rita Fonseca, diretora de “O Melhor do Brasil” não quis se pronunciar.
Fonte: Diário de S.Paulo - Coluna Viva
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